Quatro sistemas integrados para uma operação de varejo esportivo
Perda em loja física sem detecção em tempo real, atendimento e vendas concentrados no WhatsApp sem automação, e nenhuma camada de recorrência para trazer o cliente de volta.
Avaliações e dados de saúde ocupacional espalhados, sem camada analítica, sem checagem de consistência nas respostas e sem visão executiva consolidada para quem decide.
Cliente identificado como "Operação de Saúde Corporativa" por acordo de confidencialidade.
A operação já coletava dados de saúde ocupacional. O problema era o que acontecia depois da coleta: as avaliações ficavam espalhadas, cada recorte exigia trabalho manual, e ninguém conseguia responder uma pergunta executiva sem antes juntar as pontas à mão.
Três lacunas apareciam sempre que alguém tentava usar aquele acervo para decidir:
Sem camada analítica. Os dados existiam, mas não havia onde cruzá-los. Qualquer leitura agregada nascia de consolidação manual, o que limita a frequência e abre espaço para erro de transporte.
Sem checagem de consistência. Questionário de saúde tem um problema conhecido: a pessoa responde de forma incoerente entre itens relacionados, por pressa, por desatenção ou por receio do que a resposta vai gerar. Sem uma verificação, essas respostas entram na base com o mesmo peso das demais e contaminam a conclusão.
Sem visão executiva. Quem decide precisava de um retrato consolidado. O que existia era o dado bruto, que responde perguntas pontuais e não sustenta uma decisão de política interna.
O sistema foi desenhado como plataforma única, cobrindo o ciclo inteiro: a avaliação entra, a análise roda, o relatório sai.
A camada analítica é montada por blocos combináveis, em vez de um painel fixo. Cada bloco resolve um recorte, e quem usa monta a visão que precisa sem depender de desenvolvimento para cada pergunta nova. Isso importa porque a pergunta muda: o que a diretoria quer ver num trimestre não é o que o time de saúde ocupacional acompanha na semana.
Cada conjunto de respostas passa por uma verificação de consistência antes de virar dado analisável. O modelo compara itens relacionados dentro da mesma avaliação e sinaliza contradições para revisão humana. O sistema não descarta nem reescreve resposta: ele marca o que merece um segundo olhar e deixa a decisão com quem conduz o processo.
Essa escolha é deliberada. Em dado de saúde, correção automática silenciosa é risco, não conveniência.
A geração de relatório fecha o ciclo. O que antes exigia consolidação manual sai da própria plataforma, no formato que a leitura executiva pede.
Dado de saúde tem restrição de acesso por natureza. O sistema separa o que cada papel enxerga, de quem responde a quem consolida e a quem decide.
O núcleo é PostgreSQL sobre Supabase, que entrega autenticação e as políticas de acesso por linha usadas no controle por papel. A verificação de consistência roda como etapa do pipeline de ingestão, entre a submissão da avaliação e a disponibilização do dado para o BI.
Em implantação, com go-live previsto para outubro de 2026. O desenvolvimento começou em julho de 2026 e segue em andamento.
Não há métrica de resultado publicada aqui, e isso é proposital: o sistema ainda não completou um ciclo em produção. Quando completar, o número entra nesta página.
Stack técnica
Próximo passo
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