Varejo esportivo Em andamento

Quatro sistemas integrados para uma operação de varejo esportivo

Perda em loja física sem detecção em tempo real, atendimento e vendas concentrados no WhatsApp sem automação, e nenhuma camada de recorrência para trazer o cliente de volta.

Cliente identificado como "Operação de Varejo Esportivo" por acordo de confidencialidade.

Em operação assistida fase de observação antes do lançamento

O desafio

Três problemas separados, na mesma operação, que ninguém resolvia porque cada um exigia uma competência diferente.

  1. Perda em loja sem detecção em tempo real. A perda era constatada depois, no inventário. Constatar depois serve para dimensionar o prejuízo e não para evitá-lo.

  2. WhatsApp sem automação. Atendimento e vendas se concentravam no canal, e o canal dependia inteiramente de pessoa disponível. O volume define o teto do que a operação consegue atender, e o teto estava dado.

  3. Sem camada de recorrência. O cliente comprava e sumia. Não havia mecanismo para trazê-lo de volta, nem forma de reconhecê-lo quando voltava por conta própria.

A solução

Quatro sistemas, construídos para operar juntos e não como produtos separados que dividem o mesmo login.

Visão computacional para prevenção de perdas

Detecção e rastreio contínuo de pessoas na loja. O rastreio importa mais que a detecção isolada: o que interessa não é que existe uma pessoa no quadro, é o percurso dela ao longo do tempo.

A escolha de modelo foi condicionada pela infraestrutura. O sistema roda em VPS sem GPU, então o pipeline precisa entregar rastreio contínuo dentro do orçamento de CPU disponível. YOLO11n na detecção e ByteTrack na associação entre quadros atendem essa restrição.

Rodar sem GPU foi requisito, não limitação aceita por falta de opção. Ele mantém o custo de operação previsível e permite instalar em loja sem transformar o backoffice em datacenter.

Agente de WhatsApp para vendas e atendimento

Arquitetura de supervisor com ferramentas. O supervisor decide o que a conversa precisa e aciona a ferramenta correspondente, em vez de um fluxo único tentando cobrir todos os caminhos com condicionais.

O desenho em grafo é o que torna isso sustentável: adicionar uma capacidade nova significa registrar uma ferramenta e uma aresta, não reescrever a árvore de decisão inteira.

Motor de fidelidade

Ledger de pontos, com identificação anonimizada por hash. O ledger registra cada movimento em vez de guardar apenas o saldo, o que torna qualquer divergência auditável até a origem.

A identificação por hash resolve o outro lado: a operação reconhece o cliente recorrente sem manter o identificador original acessível no sistema de fidelidade.

Recepção por voz

Módulo acionado por reconhecimento facial na entrada. É a ponte entre a camada física e a camada de relacionamento: a pessoa entra na loja e a operação já sabe que é um cliente recorrente.

Como os quatro se conectam

A visão computacional cobre a loja física. O agente cobre o canal digital. O motor de fidelidade é a memória que atravessa os dois. A recepção por voz é o ponto onde essa memória volta para o mundo físico, na entrada.

Separados, são quatro projetos comuns. O valor está na integração: a mesma pessoa é reconhecida na porta, atendida no WhatsApp e pontuada no ledger, sem que a operação precise costurar isso à mão.

Onde o projeto está

Em operação assistida, na fase de observação que antecede o lançamento. Operação assistida significa que os sistemas rodam com acompanhamento próximo, e o comportamento em condição real está sendo medido antes de a operação passar a depender deles.

Nenhuma métrica de resultado é publicada aqui enquanto essa fase não fechar.

Stack técnica

YOLO11nByteTrackGeminiLangGraphPostgreSQL

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