Plataforma de saúde ocupacional com BI e checagem de consistência
Avaliações e dados de saúde ocupacional espalhados, sem camada analítica, sem checagem de consistência nas respostas e sem visão executiva consolidada para quem decide.
Perda em loja física sem detecção em tempo real, atendimento e vendas concentrados no WhatsApp sem automação, e nenhuma camada de recorrência para trazer o cliente de volta.
Cliente identificado como "Operação de Varejo Esportivo" por acordo de confidencialidade.
Três problemas separados, na mesma operação, que ninguém resolvia porque cada um exigia uma competência diferente.
Perda em loja sem detecção em tempo real. A perda era constatada depois, no inventário. Constatar depois serve para dimensionar o prejuízo e não para evitá-lo.
WhatsApp sem automação. Atendimento e vendas se concentravam no canal, e o canal dependia inteiramente de pessoa disponível. O volume define o teto do que a operação consegue atender, e o teto estava dado.
Sem camada de recorrência. O cliente comprava e sumia. Não havia mecanismo para trazê-lo de volta, nem forma de reconhecê-lo quando voltava por conta própria.
Quatro sistemas, construídos para operar juntos e não como produtos separados que dividem o mesmo login.
Detecção e rastreio contínuo de pessoas na loja. O rastreio importa mais que a detecção isolada: o que interessa não é que existe uma pessoa no quadro, é o percurso dela ao longo do tempo.
A escolha de modelo foi condicionada pela infraestrutura. O sistema roda em VPS sem GPU, então o pipeline precisa entregar rastreio contínuo dentro do orçamento de CPU disponível. YOLO11n na detecção e ByteTrack na associação entre quadros atendem essa restrição.
Rodar sem GPU foi requisito, não limitação aceita por falta de opção. Ele mantém o custo de operação previsível e permite instalar em loja sem transformar o backoffice em datacenter.
Arquitetura de supervisor com ferramentas. O supervisor decide o que a conversa precisa e aciona a ferramenta correspondente, em vez de um fluxo único tentando cobrir todos os caminhos com condicionais.
O desenho em grafo é o que torna isso sustentável: adicionar uma capacidade nova significa registrar uma ferramenta e uma aresta, não reescrever a árvore de decisão inteira.
Ledger de pontos, com identificação anonimizada por hash. O ledger registra cada movimento em vez de guardar apenas o saldo, o que torna qualquer divergência auditável até a origem.
A identificação por hash resolve o outro lado: a operação reconhece o cliente recorrente sem manter o identificador original acessível no sistema de fidelidade.
Módulo acionado por reconhecimento facial na entrada. É a ponte entre a camada física e a camada de relacionamento: a pessoa entra na loja e a operação já sabe que é um cliente recorrente.
A visão computacional cobre a loja física. O agente cobre o canal digital. O motor de fidelidade é a memória que atravessa os dois. A recepção por voz é o ponto onde essa memória volta para o mundo físico, na entrada.
Separados, são quatro projetos comuns. O valor está na integração: a mesma pessoa é reconhecida na porta, atendida no WhatsApp e pontuada no ledger, sem que a operação precise costurar isso à mão.
Em operação assistida, na fase de observação que antecede o lançamento. Operação assistida significa que os sistemas rodam com acompanhamento próximo, e o comportamento em condição real está sendo medido antes de a operação passar a depender deles.
Nenhuma métrica de resultado é publicada aqui enquanto essa fase não fechar.
Stack técnica
Próximo passo
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